revolta

Sem valores apenas preços

outubro 09, 2015

- "A no caso se sacrifica e os empregadores não enxergam isso."

- "Eles tão cagando. Não querem nem saber, seus belos carros estão em suas garagens, enquanto pegamos 2 ônibus pra chegar em casa senão 3 por medo de ser assaltada em algum dos 2 anteriores, durante o ano fazem inúmeras viagens, enquanto contamos as moedas para comprar meia dúzia de roupas e ainda assim  deixar as contas em dia. Vamos no nosso horário e fazemos o que nos é proposto, de tal maneira que tudo saia perfeito da maneira na qual eles querem, por medo de perder o emprego, de sermos chamadas atenção. Não há reconhecimento, não há valorização. Quer valorização? Reconhecimento? No final do mês estará em sua conta o valor que foi acordado no dia de sua contratação para exercer tais atividades. Por mais que você faça, se esforce, seja o melhor funcionários, dê o seu melhor, tanto nos empregos  quanto na vida, sempre estará fazendo mais do que a sua obrigação. Mas quem nos deu essa obrigação, essas obrigações? Quando eu nasci, ninguém me avisou nada disso, não estava no contrato."

 Quando entrei em cena, no primeiro ato ouvi dizerem, não faça isso está errado, siga os padrões, estude, trabalhe, monte uma família, more sozinha, mas onde está a parte onde somos livres para escolher o que queremos e o que nos faz feliz? Não está em nenhuma clausula do contrato.

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