24 março 2014

Vida leve


Com a simplicidade que tem no olhar de uma criança inocente, temos que ir levando a vida. Um passo de cada vez, respirando fundo e devagar, na paz do nosso Pai.  Cumprindo o trajeto que nos foi dado, sorrindo com e para as pessoas. Viver uma vida leve sem compromissos, sem preocupações e sem quase infartos todos os dias. Seguir em frente, sem lamentações, sem reclamações nas redes sociais o tempo todo como se todo o minuto que passa fosse um fim do mundo. Temos muito o que viver ainda, a vida não se resume no hoje, no agora, tem muito ainda pela frente, basta você abrir os olhos com bom humor e viver com calma. 

06 março 2014

Por enquanto, obedeça o DJ



Dizem por aí que quem faz o seu futuro é você mesmo, mas não escolhemos onde nascemos, em que tipo de família e nem as condições financeiras que iremos ter. Apenas nascemos e a vida vai nos moldando como se fossemos massinhas de modelar. Nos acostumamos com o ter e o não ter, até crescermos e termos idade suficiente para trabalhar. Dependendo da condição financeira, ajudamos em casa. Isso faz parte da vida da maioria das pessoas, a não ser que sejam gays e tenham pais homofóbicos e sejam expulsos de casa ou queiram liberdade e estejam cansados de viver na pobreza. 

Chegamos a conclusão de que não podemos controlar tudo, apenas temos que viver e buscar sempre o melhor pra nós. Não adianta criar desculpas dizendo que é muito difícil, que não dá, que não consegue, óbvio que se você não quiser, não vai conseguir mesmo. 

Dançando conforme a música da vida, seguiremos em frente, um dia de cada vez, um passo após o outro. Uma hora poderemos escolher a música, dançar do jeito que queremos, mudar de pista várias vezes, até encontrar uma que tenha pessoas legais e todas as músicas nos agradem. Há tantas festas ainda que não conhecemos, tantas músicas que não dançamos, as pistas são inúmeras. Então tá na hora de deixar rolar e encontrar a festa, a pista e o DJ certo para colocar a trilha sonora certa na sua caminhada. 

02 março 2014

A vida é muito curta



O peito aperta, você não sabe se ri ou se chora, apenas quer ir embora de tudo, ir pra longe, onde o mar se esconde do vento e vice versa, sem ter pressa. Sorrir é o que queremos e poder fazer agora sem represálias, depois de fugir por tanto tempo de tantas pessoas, por causa do medo de se decepcionar. Nos encontramos no meio da estrada, onde ninguém passava, só estávamos nós. Hoje somos felizes, nos importamos um com o outro, é bem mais do que amizade, é amor de verdade. Talvez seja apenas da minha parte, mas se não há expectativas, não há decepções, apenas emoções nos momentos que estamos juntos. Não há coisa melhor na vida do que conhecer pessoas que nos entendam e queiram do jeito que somos, que sejam do mesmo ritmo, que gostem das mesmas coisas. 

No passado tudo o que existia era medo de chorar 3 horas seguidas pela mesma pessoa depois de uma decepção. Continuar sozinha, não acreditar mais em nada e nem em ninguém. Hoje, somos um trio, somos nós, nos gostamos do jeito que somos e não quero que nunca termine, mas se terminar continuarei feliz, pois ficará a certeza de que marquei na vida de alguém e as lembranças nunca me abandonarão. E cá entre nós, a vida é curta demais pra guardar rancor, não ter amor e não agarrar as oportunidades, as chances de recomeçar diariamente com as mesmas ou com novas pessoas. 

15 fevereiro 2014

Diversidade da blogosfera


Nós, blogueiros veteranos, que começamos há mais de 5 anos atrás, quando ter um blog, escrever em um era pra compartilhar os sentimentos estamos um pouco esquecidos, somos poucos hoje. Tínhamos comentários por nosso próprio mérito, não porque copiávamos conteúdo de outras pessoas e nem porque falávamos sobre a mesma coisa que todo o resto da blogosfera. 

Na verdade nós, blogueiros que escrevemos sobre o dia a dia, o nosso principalmente, de uma forma indireta, sempre falamos sobre o "mesmo" assunto que as outras blogueiras, porém de uma forma diferente. Hoje, as blogueiras de antigamente, as que sobreviveram na blogosfera começaram a escrever sobre livros, viraram blogueiras de blogs literários e as novas falam sobre moda, tutoriais, decoração, viagens. É legal, viram revistas virtuais escritas por pessoas que são quase da mesma faixa etária que a sua, e tem mais outras coisas em comum com você. Mas, tem um pequeno detalhe, num dia você vê um assunto em determinado blog e no outro o mesmo assunto, abordado da mesma forma em outro. Copiar conteúdo não é postar, não é ser blogueira, essa pessoa não faz parte da blogosfera realmente. 

Eu já passei por um momento de cabeça fraca e tentei postar sobre cabelo, comportamento, modas e todos esses mimis que as blogueiras novas escrevem, mas não tenho paciência pra esse tipo de coisa. Quando criei esse blog, aos 15 anos, foi para expor tudo o que eu sentia de ruim e de bom. No começo, escrevia só quando estava triste, depois de um tempo, escrevia sempre, inspiração não faltava, minha opinião não some. 

Não posso deixar que essa nova blogosfera derrube meu blog ou faça ele mudar de tema, de rumo, de escrita. Nasceu assim e continuará até o fim com o mesmo andar. Um dia tem postagem, em outro não. A essência não pode ser perdida de forma nenhuma. 
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